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Recolha de Entulho em Ílhavo

Resposta em 2 horasSem contentorÍlhavo e freguesias

Fez obra em Ílhavo e ficou com o entulho às costas? Antes de carregar o carro ou encomendar um contentor, vale a pena saber o que a câmara faz — e o que não faz — com os resíduos de construção neste concelho. As regras mudam de município para município, e Ílhavo tem as suas.

Recolha ao domicílio, sem contentor na rua

A equipa desloca-se ao local em Ílhavo, carrega o entulho à mão — incluindo subida de andares, se for preciso — e transporta-o para central de resíduos licenciada, com deposição legal e emissão da e-GAR, a guia eletrónica que acompanha sempre o transporte de RCD. Sem contentor na via pública, sem licença camarária para pedir, sem papelada do seu lado. O valor é confirmado antes de marcar.

Recolhemos tijolo, betão, cerâmica, azulejo, argamassa e entulho misto de remodelações. Materiais perigosos — amianto, fibrocimento, tintas e solventes — têm circuito próprio e não entram no serviço padrão.

O que a câmara de Ílhavo faz com o entulho (e o que não faz)

A gestão dos resíduos urbanos do concelho é municipal, com tratamento e valorização a cargo da ERSUC.

Ecocentro

O Ecocentro Municipal de Ílhavo, na Rua do Norte, na Gafanha de Aquém, é dos poucos da região que aceita entulho de forma expressa — a lista oficial refere «entulhos (provenientes de construção e demolição)» entre os mais de vinte materiais recebidos, a utilização é gratuita e não é exigida marcação prévia. Há dois limites que convém saber: é para residentes no município e está limitado a 1 m³ por semana.

Recolha de monstros

A recolha de monstros é gratuita e faz-se às quartas-feiras, mediante marcação pelo 234 325 549 — ou entrega no próprio ecocentro. Cobre mobílias velhas, colchões, sofás e grandes eletrodomésticos: o regulamento define resíduo volumoso como objeto «proveniente das habitações», e o entulho tem artigo e regime próprios.

Entulho de pequenas obras

Em Ílhavo, o particular tem uma vantagem que falta em quase todos os concelhos vizinhos: o regulamento permite entregar, a título voluntário e gratuito, o entulho de obras particulares isentas de licença e não submetidas a comunicação prévia no Ecocentro Municipal — até 1 m³ por semana. Mas o artigo seguinte fecha a porta ao resto: «a remoção e transporte dos RCD para o Ecocentro Municipal são da responsabilidade do utilizador/promotor». Ou seja, a câmara aceita — mas não vai buscar, e acima de 1 m³ por semana o problema volta a ser seu.

Contentor na via pública em Ílhavo?

O regulamento é explícito: a ocupação de espaços públicos com contentores de entulho fica «sujeita a prévio licenciamento ou autorização camarária» e ao pagamento das taxas de ocupação da via pública. E o Município reserva-se o direito de obrigar à remoção do contentor a qualquer momento — se constituir foco de insalubridade ou prejudicar a circulação de peões e veículos, é retirado a expensas do proprietário.

A saber

Abandonar entulho em via pública, baldio ou terreno alheio é contraordenação ambiental muito grave, nos termos da Lei n.º 50/2006. O regulamento municipal pune ainda com coima o abandono de resíduos que impeça a sua adequada gestão e o espalhamento de entulho nas vias por falta de limpeza dos pneus das viaturas de obra. A responsabilidade pelo destino final do resíduo é sempre de quem o produziu.

Onde trabalhamos em Ílhavo

Cobrimos todo o concelho: Ílhavo, Gafanha da Nazaré, Gafanha da Encarnação, Gafanha do Carmo, Gafanha de Aquém, Costa Nova, Barra e Vista Alegre. Ílhavo é mar e ria: a Costa Nova dos palheiros às riscas, a Barra e o seu farol, a Gafanha da Nazaré e o porto, a Vista Alegre e a porcelana. É um concelho de casa de férias e de segunda habitação — e um dos poucos do distrito que ganhou população na última década.

Ao pedir orçamento, diga-nos o tipo de entulho, o volume aproximado e as condições de acesso: andar, elevador, largura da rua e estacionamento. São esses pormenores que definem o preço e o tempo — e evitam surpresas dos dois lados. Se não souber estimar o volume, o guia sobre quanto pesa o entulho de obra ajuda, e o de quanto custa a recolha explica o que pesa no orçamento.

Perguntas Frequentes

O ecocentro de Ílhavo aceita entulho?

Sim — e é dos poucos da região onde isso está escrito de forma expressa. O Ecocentro Municipal, na Rua do Norte, na Gafanha de Aquém, lista «entulhos (provenientes de construção e demolição)» entre os materiais que recebe, com utilização gratuita para residentes no município e sem marcação prévia. O regulamento fixa um limite: 1 m³ por semana, e apenas para obras particulares isentas de licença e não submetidas a comunicação prévia.

Se o ecocentro é gratuito, porquê pagar uma recolha?

Por duas razões. Primeiro, o limite: 1 m³ por semana. Uma casa de banho picada enche isso e sobra. Segundo, o regulamento é explícito ao dizer que a remoção e o transporte dos resíduos até ao ecocentro são da responsabilidade do utilizador — a câmara aceita, mas não vai buscar. Precisa de viatura adequada, tempo dentro do horário e braços para carregar duas vezes.

Quem não mora em Ílhavo pode usar o ecocentro?

O ecocentro municipal é descrito como uma área aberta ao público residente no município de Ílhavo. Quem não reside no concelho deve confirmar as condições junto da Câmara antes de se deslocar.

Fazem recolha na Costa Nova e na Barra?

Sim, em todo o concelho. A Costa Nova e a Barra têm muita obra de remodelação de casa de férias, muitas vezes em ruas estreitas e com estacionamento difícil na época alta. Indique a morada e as condições de acesso ao pedir orçamento.

Entulho em Ílhavo? Resposta em 2h.

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